Como nasceu esse amor

Versão do noivo

Foi em um ensaio…

Certo dia, recebi um convite para ajudar o ministério de louvor de uma congregação perto da minha casa. Era dia de ensaio. Quando entrei na igreja, lá estava ela: radiante, brilhante, delicada e dedicada a se desenvolver no contrabaixo. Como também sou baixista, ao avistá-la fui até ela para orientar em algumas notas no instrumento.


Ao me aproximar, pude perceber ainda mais sua beleza e ternura — uma menina meiga e extremamente concentrada. Comecei a admirar cada movimento que ela fazia, cada nota que tentava executar. Meu coração passou a bater mais forte; achei-a linda, encantadora… e ali, me apaixonei.


2 anos depois, nos reencontramos em um retiro da mesma igreja. E ao final do culto, ela veio falar comigo. Sem segundas intenções, perguntou: “Você vai se congregar com a gente?”. Minha resposta foi o silêncio… Não era minha intenção deixá-la sem resposta, mas acabei não dizendo nada, e ela se retirou.


Aquele momento ficou martelando na minha mente por horas. Foi então que decidi mandar uma mensagem pelo instagram para pedir desculpas por não ter respondido. Na verdade, meu coração já palpitava por ela — desde o primeiro encontro já havia algo diferente dentro de mim.

A partir dali, começamos a conversar… e…

photo 2026 03 21 17 26 23
photo 2026 03 21 17 44 00
Versão dA NOIVA

“Não ouviu ou ignorou? Não quero saber também”

Uma semana antes do retiro, por um verdadeiro milagre, aceitei ir lanchar com alguns amigos da igreja e meus primos. E adivinha quem estava lá? Ele mesmo.
Como uma boa tímida, fiquei debatendo comigo mesma: “Será que eu puxo assunto? Será que pergunto se ele lembra de mim? Mas… por que ele lembraria?”. E assim, não falei nada. Apenas lanchamos, cada um no seu grupinho, e fomos embora.


Chegado o retiro da minha igreja, lá estava ele novamente. E os pensamentos voltaram: “O que ele está fazendo aqui? Será que eu falo com ele agora? Mas se eu não falei semana passada, não vai ser estranho falar agora?”. E decidi ficar quieta
Mas, quando percebi, eu já tinha perguntado: “Você vai se congregar com a gente?”.
E a resposta? Um completo silêncio.


Depois daquele vácuo, fingi que não tinha me abalado e decidi que não daria mais importância à presença dele. Mas quando cheguei em casa — naquele ano, por causa do trabalho, eu estava dormindo em casa — recebi uma mensagem no Instagram.
E foi ali que tudo começou: um pedido de desculpa, algumas conversas… e, logo depois, um convite inesperado — para orarmos juntos.

Fiquei surpresa ao saber que ele me admirava e, meio indecisa ainda, aceitei.

No dia seguinte contei para minha mãe sobre aquele rapaz e o pedido dele. Traumatizada com relacionamentos passados, logo falei: “se Deus lhe falar qualquer coisinha sobre esse rapaz, não exite nenhum pouco em me contar”.

No dia seguinte, em meio a inseguranças, mandei uma mensagem pra ele avisando que não teríamos nada um com o outro.

Aguarde o próximo convite! 😉

Previous slide
Next slide